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26 de Maio de 2017, Sexta Feira, 02h41

CXXXV.
Ele é um príncipe, mas logo quer ser um rei ou um imperador. Um homem apaixonado por uma garota está sempre entrando no assunto de casamento, e em seus olhos não há mais ninguém perfeita do que ela; e quando ele a possui, logo se cansa dela, e pensa em uma outra garota mais perfeita, que facilmente pode conquistar. O pobre coitado ainda pensa que se tivesse apenas vinte libras, seria rico o suficiente; mas quando ele possui essa quantia, logo ele vai querer mais. O coração é inconsistente em todas as coisas, como diz o pagão: Virtutem praesentem odimus, sublatam ex oculis quaerimus invidi.


CXXXVI.
Uma faca corta melhor que a outra; sendo assim, da mesma forma, aquele que aprendeu línguas e artes pode ser melhor mestre do que o outro. Mas muitos deles, como Erasmo e outros, são versados em línguas e artes, e mesmo assim cometem graves erros como se fossem tipos de armas construídas para matar: devemos separar certos assuntos do abuso.


CXXXVII.
A maldade dos inimigos da Palavra não é humana, mas completamente diabólica. Uma criatura humana é perversa de acordo com a natureza humana que foi estragada pelo pecado original. Mas quando é possuído pelo diabo, se dá início ao combate mais amargo e cruel entre ele e a semente da mulher.


CXXXVIII.
O mundo não possui Deus para Deus, nem o diabo para o diabo. E se um homem fosse deixado para si mesmo, para praticar suas obras de acordo com a sua própria espécie e natureza, ele voluntariamente lançaria nosso Senhor Deus para fora da janela; pois o mundo não aceita Deus de maneira nenhuma, como diz o Salmo: O ímpio diz no seu coração - Não há Deus.


CXXXIX.
Os deuses do mundo são riquezas, prazer e orgulho, que abusa de todas as criaturas e dos presentes de Deus.


CXL.
Nós estamos em uma natureza onde convivemos com todas as bestas selvagens e que cada um possui a sua maneira de comer. Os lobos devoram as ovelhas; nós também. As raposas comem galinhas, gansos, etc.; e nós também. Os falcões comem pequenas outras aves; nós também. Um peixe come outros peixes; e nós também. Assim como bois e cavalos, também comemos saladas, grama, etc.


CXLL.
Eu me pergunto como o pagão poderia escrever coisas tão justas e excelentes sobre a morte, vendo que é algo tão macabro e terrível! Mas quando observo a natureza do mundo, eu acabo não ficando mais surpreso com isso; porque eles viram grande perversidade florescendo entre eles, e em seus governantes que dolorosamente os afligiam, e eles não tinham mais nada para ameaçar e aterrorizar os seus governantes, mas a morte.

Agora, se os pagãos prezavam tão pouco a morte ou mais que isso, tão elevada e respetável a estima, quanto mais devemos nós, cristãos? Pois eles, pobres coitados, de nada sabem sobre a vida eterna, enquanto que nós, cristãos, conhecemos e somos instruídos nela; porém, quando mais falamos da morte, mais ficamos assustados.

A causa disso são os nossos pecados; vivemos pior do que os pagãos e, portanto, não podemos justamente criticar, porque quanto maior os nossos pecados, mais terrível é a morte. Vejam aqueles que rejeitaram a Palavra de Deus: quando estão a ponto de morrer e se lembram do dia do juízo, passam a tremerem e se agitarem terrivelmente.


CXLII.
Aqui, hoje, tenho sido incomodado com as serventias e as mentiras de um padeiro que vinha até a mim com uns pesos falsos, embora essas questões dizem respeito ao magistrado, e não ao divino. No entanto, se ninguém verificasse os roubos desses padeiros, não deveríamos expor nossos pertences.


CXLIII.
Não existe um mal mais perigoso do que um conselheiro bajulante e dissimulado. Enquanto ele fala, seus conselhos possuem mãos e pés. Mas quando é colocado em prática, fica igual a uma mula que não cavalga para frente.


CXLIV.
Existem três tipos de pessoas: o primeiro, o tipo comum, que vive seguro e sem remorso em sua consciência, não reconhecendo as suas maneiras naturais, corruptas e insensíveis à ira de Deus que é contra os seus pecados e descuidados. O segundo é aquele que se assusta diante da lei, sente a ira de Deus e luta desesperadamente. O terceiro é aquele que reconhece seus pecados e a ira merecida de Deus, sente-se nascido no pecado e, portanto, digno da perdição eterna, mas, apesar disso, ouve atentamente o evangelho e crê que Deus, pela graça do Senhor Jesus Cristo, perdoa os pecados, e assim é justificado diante de Deus, e depois mostra o fruto de sua fé através das suas boas obras.


CXLC.
Que o matrimônio seja o matrimônio, que uma posse seja uma posse, que os bens sejam os bens, as pessoas compreendem isso perfeitamente; porém, acreditar que o matrimônio é a criação e ordenança de Deus, que a posse, que os bens, como o alimento e o vestuário, e outras coisas que usamos, são dados por Deus, é a obra e a graça de Deus quando os homens acreditam.


CXLVI.
O coração de uma criatura humana é inquieto, agora aqui e acolá; hoje está assim e amanhã estará de uma outra maneira. Portanto, a vaidade é uma coisa miserável, como diz Eclesiastes. Um homem deseja coisas incertas que dê resultados duvidosos, mas rejeita o que é certo, feito e realizado. Portanto, o que Deus nos dá, não teremos; pelo que Cristo não governa a terra, mas entregou o governo ao diabo, dizendo: "Administre!". Deus é de outra natureza, possui outros hábitos e mentalidade. Eu, Ele diz, sou Deus, e portanto não mudo; Eu mantenho as minhas promessas e justiças.


CXLVII.
Ele deve ser de um espírito elevado e grande que se compromete a servir o povo de corpo e alma, pois ele deve sofrer o maior perigo e ingratidão. Portanto, Cristo repetiu três vezes para Pedro: "Simão, amas-me?". Então ele disse: "Apascenta os meus cordeiros": como estivesse perguntado - "Você será um pastor justo?"; então é necessário apenas o amor, amar a Cristo; Pois de que outra forma podereis suportar a ingratidão, e gastar suas riquezas e saúde, encontrando-se somente com perseguição e ingratidão?


CXLVIII.
A mais alta sabedoria do mundo é ocupar-se de coisas temporais, terrenas e efêmeras; e quando as coisas vão mal, quem pensaria? Mas a fé é uma certeza daquilo que um homem espera, sem duvidar daquilo que não vê. Um verdadeiro cristão não diz: Eu não tinha pensado nisso, mas é mais certo que a amada cruz de Cristo; e assim não teme o mal que o acompanha, e acaba sendo atormentado. Mas o mundo, e aqueles que vivem nele, não podem suportar a desgraça; eles continuam dançando no prazer, como o rico comilão do evangelho que não poupava os restos para o pobre Lázaro; mas Lázaro pertencia a Cristo e agora está ceiando com Ele.


CXLIX.
O mundo parece uma casa em ruínas, onde Davi e os profetas são as trancas, e Cristo a coluna principal no meio, que suporta todos.


CL.
Como todas as pessoas sabem que um dia vão morrer, cada um acaba que buscando a imortalidade aqui na terra, para que possam viver uma eterna lembrança. Alguns príncipes e reis levantam grandes colunas de pedra, e grandes pirâmides, grandes igrejas, palácios gloriosos, castelos, etc. Os soldados lutam pelo louvor e pela honra, obtendo vitórias famosas. Os eruditos tentam se eternizar escrevendo livros. Com estas e outras coisas, as pessoas pensam em ser imortais. Mas quanto a verdadeira e incorruptível honra e eternidade de Deus, ninguém quer saber! Ah! Nós somos pobres, idiotas e miseráveis!


CLI.
Viver abertamente no meio das pessoas é o melhor; Cristo viveu e andou aberta e publicamente aqui na terra, entre o povo, e disse aos discípulos para fazerem o mesmo. São nas celas e nas esquinas onde os monges e as freiras carregam uma vida vergonhosa. Mas abertamente, e entre as pessoas, um homem deve viver decentemente e honestamente.


CLII.
Consolar uma triste consciência é muito melhor do que possuir muitos reinos; contudo, o mundo não considera assim; são chamados de rebeldes, pertubadores da paz e blasfemos de Deus, transformando e alterando a religião. Eles são os seus próprios profetas e profetizam a si mesmos; mas isso é um grande pesar no coração para nós. Os judeus disseram de Cristo: Se deixarmos continuar desse jeito, os romanos virão e tirarão a nossa terra. Depois de terem crucificado a Cristo, os romanos vieram ou não? Sim, eles vieram, e mataram cem mil deles, e destruíram sua cidade. Mesmo assim, os inimigos da Palavra pertubarão a paz e virarão a Alemanha de cabeça para baixo. Nós trouxemos o mal sobre nós mesmos, porque voluntariamente nos opomos à verdade.


CLIII.
Se Moisés tivesse continuado a operar seus milagres no Egito, o povo ficaria acostumado com tais milagres, assim como nós que estamos acostumados com a luz do sol e da lua. Não temos consideração.


CLIV.
Abraão não teve honra entre os cananeus, pois todos os poços que ele tinha cavado, os vizinhos ocuparam, ou tiraram à força, como dizia: "Porventura não o tolerarás? Em seguida, arrumai-te daqui e sai, pois tu és conosco um estranho e um recém-chegado". Da mesma maneira, Isaque foi desprezado. Não sou capaz de admirar o suficiente a fé que os amados patriarcas possuíam. Quão firmemente e constantemente eles acreditavam que Deus era gracioso para com eles, apesar de terem sofrido tais dificuldades e adversidades.


CLV.
Se as grandes dores e trabalho que tomei não brotaram do amor daquele que morreu por mim, o mundo não podia me dar riqueza o suficiente para escrever apenas um livro, ou para traduzir a Bíblia. Eu desejo não ser recompensado pelo mundo por meus livros; o mundo é muito pobre para me dar satisfação; eu não pedi nenhum centavo ao meu mestre, o príncipe eleitor de Saxônia, desde que estive aqui. O mundo não é nada além de um Decálogo invertido, ou os dez mandamentos para trás, ou uma máscara, uma imagem do diabo, todos os condenadores de Deus, blasfemos e desobedientes; prostituição, orgulho, roubo, assassinato, etc., não estão maduros para o abate.


CLVI.
A esposa do Dr. Lutero tinha reclamado das indulgências e da falta de confiança dos servos. Então ele disse: Um servo fiel é um verdadeiro enviado de Deus, mas, realmente, é como se fosse um pássaro raro na terra. Encontramos cada um murmurando da ociosidade e da prodigalidade desta classe de pessoas; devemos governá-los à moda turca, com muito trabalho e mantimento, como o Faraó que teve que lidar com os israelitas no Egito.


CLVII.
Os filósofos, que viviam entre os pagãos, tinham inúmeras especulações sobre Deus, a alma e a vida eterna, todos duvidosos estando sem a Palavra de Deus; enquanto que, para nós, Deus nos deu a sua Palavra doce e salvadora, pura e incorruptível; contudo, nós o condenamos. Não é nada, diz o comprador. Quando temos uma coisa, quão boa seja, logo estamos cansados dela, e não a consideramos mais. O mundo permanece sendo mundo que não ama e nem endurece a justiça, mas é governado por alguns como um menino de doze anos que governa e mantém uma centena de grandes e fortes bois sobre um pasto.


CLVIII.
Quem governa sobre seu dinheiro não prospera. Os monarcas mais ricos tiveram má sorte, foram destruídos e mortos nas guerras; enquanto que os homens com pouco dinheiro tiveram grande fortuna e vitória; como o imperador Maximiliano venceu os venezianos, e continuou guerreando dez anos com eles, embora eles eram extremamente ricos e poderosos. Portanto, não devemos confiar em dinheiro ou riqueza, ou sermos dependentes dessas coisas. Ouvi dizer que o príncipe eleitor, George, começou a ficar cobiçoso, e isso é um sinal que sua morte virá muito em breve. Quando eu vi o Dr. Gode começar a falar sobre seus chouriços que penduram na chaminé, eu disse a ele que não viveria por muito tempo, e assim ele caiu; e quando começo a me preocupar com a preparação da cerveja, do cozimento, etc., então eu logo morrerei.


CLIX.
Nós sempre devemos estar prontos quando Deus bate, prontos para nos despedir deste mundo como cristãos. Pois assim como a pequena besta que mata o veado, pulando sobre sua cabeça e sentando-se entre os chifres para comer o cérebro, ou o pega pela garganta e da-lhe uma mordida, assim também é o diabo que, quando pega uma criatura humana, não se torna uma armadilha rápida, mas sim a conduz ao desespero, e a machuca lentamente tanto na alma como no corpo.


CLX.
Antes do dilúvio de Noé, o mundo era altamente instruído, pois os homens viviam muito tempo, e assim alcançavam grande experiência e sabedoria; agora, antes de chegar ao verdadeiro conhecimento, nos deitamos e morremos. Deus não quer que alcancemos um conhecimento máximo das coisas.


CLXI.
Mammon (dinheiro) possui duas propriedades; primeiro, ele nos torna seguro quando está bem conosco, e então vivemos sem medo de Deus; segundo, quando está mal conosco, então tentamos Deus, fugimos dele e buscamos outro Deus.


CLXII.
Eu vi um cão, em Linz, na Áustria, que foi treinado a ir com uma cesta de mão para o açougue; quando os outros cães se aproximaram para tirar a carne do cesto, este cão lutou ferozmente contra eles; mas quando este cão viu que os outros cães eram mais fortes, este mesmo cão decidiu arrancar o primeiro pedaço da carne, para que ele não perdesse tudo. O mesmo fez o nosso imperador Charles; que, depois de ter protegido seus benefícios eclesiásticos por muito tempo, vendo que cada príncipe tomava posse de mosteiros, ele mesmo toma posse dos bispados, como agora que aproveitou dos bispados de Utrecht e Liege.


CLXIII.
Um fazendeiro cobiçoso bem conhecido em Erfurt, carregava seu milho para vender lá no mercado, mas seu milho era muito caro e nenhum homem queria comprá-lo ou negociar. Estando ele com raiva, disse: "Eu não vou vender este milho com um preço barato, e sim vou levá-lo para casa novamente e dar aos ratos!". Quando ele retornou para casa, muitos ratos e camundongos entraram em sua casa e devoraram todo o milho. E, no dia seguinte, saindo para ver suas terras que foram recém-semeadas, ele descobriu que toda a semente foi consumida, enquanto que seus vizinhos não sofreram nenhum prejuízo. Este foi uma justa punição de Deus, uma marca merecida de sua ira.

Três ricos agricultores, Deus seja louvado, foram enforcados há pouco tempo: esses miseráveis que roubam todo país, merecem tais castigos; pois a escassez neste momento é uma escassez proposital. Deus tem dado o suficiente, mas o diabo tem possuído cormorões diversos para detê-lo. Eles são ladrões e assassinos de seus vizinhos pobres. Cristo lhes dirá no último dia: "Eu tive fome, e não me deste de comer". Não penses, tu que dizes tanto do teu milho, que te escaparás do castigo, pois és ocasião de morte e de fome dos pobres; o diabo vai te buscar. Os que temem a Deus e confiam nele, oram pelo seu pão de cada dia, e contra os ladrões como tu, para que sejas envergonhado ou corrigido.


CLXIV.
Um homem que depende das riquezas e das honras deste mundo, e que se esquece de Deus e do bem estar de sua alma, é como uma criancinha que segura uma maçã na mão por ser aparentemente bonito e agradável, mas no interior desta maçã está cheio de vermes.


CLXV.
Onde há grande riqueza, há também todo tipo de pecado; porque através da riqueza vem o orgulho, através do orgulho vem a discórdia, em seguida, as guerras e logo a pobreza; através da pobreza, grande angústia e miséria. Portanto, os que são ricos devem render uma conta estrita e grande; pois a quem muito é dado, dele muito se exigirá.


CLXVI.
Riquezas, compreensão, beleza, são presentes justos de Deus, mas nós abusamos vergonhosamente. Contudo, a sabedoria e a inteligência mundana são males, e a causa envolvida também é má, pois nenhum homem renderá em sua própria vaidade particular; cada um estará certo. Muito melhor é que sejamos de uma aparência justa e formosa, pois a longa experiência, a doença, pode vir e tirar isso; mas a mente auto-presumida não tardará em alcançar a razão.


CLXVII.
A riqueza é a menor coisa na terra, o menor presente que Deus concedeu à humanidade. O que são todas essas coisas em comparação com a Palavra de Deus - o que é tudo isso em comparação com os dons corporais como a beleza, a saúde, etc? - ou melhor, o que são os dons da mente como a compreensão, a sabedoria, etc.? No entanto, os homens são tão ansiosos por essas coisas que nenhum trabalho, dores ou riscos é considerado na aquisição de riquezas. A riqueza não tem nela material, formato, eficiência, nem causa final, nem qualquer outra coisa que seja boa; portanto nosso Senhor Deus geralmente dá riquezas àqueles de quem ele retém o bem espiritual.


CLXVIII.
São João diz: "Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?". E Cristo: "Aquele que deseja de ti, conceda" - isto é, para ele que precisa e está em necessidade; não os vagabundos, preguiçosos, esbanjadores, que são os mendigos em sua grande maioria, pois apesar de receberem muitas esmolas, tal ajuda não surte efeito da parte deles. No entanto, quando alguém é verdadeiramente pobre, eu darei com todo o meu coração, de acordo com a minha capacidade. E nenhum homem deve esquecer as Escrituras: "Quem tiver duas túnicas, dê uma ao que não tem."; ou seja, todo tipo de vestuário de que se tenha necessidade, de acordo com a sua condição, tanto para a honra quanto para o necessário. Como também, pelo "pão de cada dia" que representa toda a manutenção necessária para o corpo.


CLXIX.
Mas vale a pena? Embora eu não tenho provas de novo. Mesmo que seja restaurado, não é tão logo que deve ser restaurado, nem tão bem e bom, e você pode perder um amigo com isso.


CLXX.
Antes de traduzir o Novo Testamento do grego, todos ansiavam por ele; quando a tradução terminou, tal anseio durou apenas quatro semanas. Então eles pediram os Livros de Moisés; quando eu os traduzi, eles tiveram o suficiente em pouco tempo. Depois disso, teriam os Salmos; logo ficaram exaustivos e desejavam outros livros. Então eu entrei no Livro de Eclesiastes, que eles agoram anseiam, e sobre o qual eu tenho tomado grandes esforços. Tudo é aceitável até que os nossos cérebros vertiginosos estejam satisfeitos; depois deixamos as coisas na ilusão, e buscamos outras novas coisas.



Fonte: CRTA - Center for Reformed Theology and Apologetics
Tradução para o português: Marcell de Oliveira




"Conversas à Mesa" de Lutero
(Defesa da Fé Cristã)
"Conversas à Mesa" (Tischreden, em alemão) é a compilação de anotações feitas por alunos e colaboradores de Martinho Lutero durante encontros informais, como as refeições. A primeira edição das Tischreden foi publicada por Johann Aurifaber, em 1566, vinte anos após a morte de Lutero. A edição completa, porém, só foi publicada em 1836. O texto utilizado aqui vem da tradução para o inglês que o capitão Henry Bell traduziu e publicou por volta de 1650. Semanalmente, publicaremos aqui porções do texto traduzido.

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