Rainha Contra a União Homossexual

ELIZABETH II SE MANIFESTA APÓS RACHA NA IGREJA ANGLICANA

A rainha Elizabeth II enviou carta aos jornais britânicos e aos bispos anglicanos declarando-se contra o "casamento" homosseuxal e a ordenança ao ministério eclesiástico de pessoas com esse tipo de comportamento

A rainha Elizabeth II, da Inglaterra, decidiu expressar a sua opinião quanto à união entre pessoas do mesmo sexo em seu país e manifestou claramente que é contra esse tipo de união como também à condenação de ministros homossexuais na Igreja Anglicana. Ela fez a sua declaração em correspondência oficial enviada no dia 6 de Julho e citada pelo jornal inglês Daily Telegraph.

A rainha enviou várias cartas, dizendo que compreende as preocupações com o futuro da Igreja Anglicana. Ela enviou sua mensagem a líderes anglicanos em um almoço ocorrido em Londres com o propósito de lançar uma nova aliança entre as paróquias evangélicas e anglo-católicas da Grã-Bretanha e da Irlanda.

Os anglicanos que receberam a mensagem de solidariedade da rainha são um grupo dissidente que, no ano passado, formaram, em Jerusalém, a Fraternidade dos Fiéis Anglicanos, descontentes com a ordenação de homossexuais nas fileiras da Igreja. Desde então, esse grupo escreve para Elizabeth II pedindo que exerça o que para eles é a tarefa dela enquanto uma das líderes da Igreja da Inglaterra: não permitir o "casamento" de homossexuais e a ordenação ao ministério eclesiástico de pessoas com esse tipo de comportamento.

O bispo de Rochester, Michael Nazir-Ali, também se manifestou sobre o assunto recentemente. Ele provocou a ira dos defensores dos direitos dos homossexuais ao dizer que eles deveriam se arrepender de seus pecados. Nazir-Ali lembrou ao jornal Sunday Telegraph que a Bíblia Sagrada define o casamento como a união entre um homem e uma mulher, e enfatizou que as igrejas abrem as suas portas para os homossexuais, "mas queremos que se arrependam e mudem".

Grupos homossexuais imediatamente reagiram condenando as palavras do bispo anglicano. O ativista Peter Tatchell disse que a postura do religioso "contraria o evangelho de amor e compaixão de Cristo", uma declaração sem sentido à luz das Sagradas Escrituras. Ao conclamá-los ao arrependimento, Nazir-Ali estava pregando o Evangelho de Cristo e demonstrando, conforme ensinam as Escrituras, real compaixão pelo estado espiritual dos ativistas homossexuais.

As declarações do bispo foram divulgadas um dia antes do lançamento da Sociedade da Confissão Anglicana, uma coalizão de paróquias conservadoras em todo o planeta e da qual faz parte o bispo Nazir-Ali.


Fonte: Mensageiro da Paz / Setembro 2009




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