A Obra Salvífica de Cristo (Parte 2) - As Naturezas de Deus e da Humanidade
As Naturezas de Deus e da Humanidade
A Bíblia, portanto, revela um Deus que salva, um Deus que redime. Por que é necessária a salvação espiritual? O que torna possível a salvação espiritual? São perguntas que surgem, e as respostas que oferecemos relacionam-se ao nosso modo de ver a natureza de Deus e da humanidade. O que aconteceria se Deus não fosse como a Bíblia nos revela, e não tivéssemos sido criados à sua imagem e subseqüentemente caído? A salvação, conforme a Bíblia a descreve, não teria sido possível nem necessária. Logo, o drama da redenção tem como pano de fundo o caráter de Deus e a natureza da criação humana.

A Bíblia deixa claro que todas as pessoas precisam de um Salvador e que elas não podem salvar a si mesmas. Desde a tentativa feita pelo primeiro casal de cobrir-se e de esconder-se de Deus (Gn 3) e a primeira rebeldia que culminou com um assassinato (Gn 4) até a última tentativa rebelde de desfazer os propósitos de Deus (Ap 20), a Bíblia é uma longa cantilena de atitudes degradadas e pecados deliberados da raça humana. O pensamento do iluminismo moderno, que mais comumente reflete idéias pelagianas, tem-se comprometido com a bondade essencial da humanidade. A despeito de tudo que tinha visto e experimentado, Anne Frank chega à conclusão, no seu diário: "Continuo crendo que as pessoas realmente têm bom coração". Boa parte do pensamento moderno parece acreditar que necessitamos de educação, e não de salvação; de um campus, e não de uma cruz; de um planejador social, e não da propiciação de um Salvador. Todos esses pensamentos otimistas colocam-se em contradição direta contra o ensino das Escrituras.

Na coluna de nuvem e de fogo, nos trovões e nas trevas do Sinal e no estabelecimento do sistema sacrificial, com todos os seus preceitos e proibições, Deus procurava mostrar ao povo o abismo existente entre Ele e as pessoas, que somente Eterno poderia ligar. Talvez achemos cansativo ler os pormenores sobre quem, quando, como e o que Deus exigia e aceitava. Que significado têm para nós, que vivemos sob a nova aliança? Possivelmente, que Deus diz a todos nós: "Se você quer se aproximar de mim, seja segundo as minhas condições. Você não tem o direito de inventar o seu próprio caminho". Nabade e Abiú aprenderam isso de modo fulminante (Lv 10.1,2; Nm 3.4), e todo o Israel com eles. Seria a experiência de Ananias e Safira (At 5.1-11) um exemplo paralelo? Deus não permitirá a ninguém brincar com o que é exigido por sua santidade.


A Santidade e o Amor de Deus
Sendo nós ímpios e Deus pura santidade, como poderíamos pensar até mesmo em nos aproximar dEle? No entanto, isto é possível, porque Ele não só escolheu o caminho como o preparou: a cruz de Cristo. O Novo Testamento contém numerosas referências a "pecados" ou "pecadores" em conexão com a morte de Cristo. Eis algumas delas: "O qual por nossos pecados foi entregue" (Rm 4.25). "Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.8). "Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras" (1Co 15.3). "Cristo padeceu uma vez pelos pecados" (1 Pe 3.18). Não existe a mínima possibilidade de se negar o ensino do Novo Testamento de que Jesus Cristo morreu para ligar o abismo entre um Deus santo e uma raça pecaminosa que não podia salvar a si mesma.

Ao considerarmos as características de Deus, é importante evitar a tendência de tratar seus atributos de modo a neutralizar a unidade de sua natureza. Quando a Bíblia diz: "Deus é amor", emprega o substantivo para descrevê-lo, não o adjetivo "amoroso", que seria uma caracterízação mais fraca. Embora a Bíblia realmente fale em retidão, santidade, justiça e bondade de Deus, não menciona que Deus é retidão ou bondade. Tal fato tem levado alguns a afirmar: "Na realidade de Deus, o amor é mais fundamental que a justiça ou o poder, e é anterior a eles". E: "Se o poder, o controle e a soberania são as qualidades divinas preeminentes, segundo o calvinismo, então o amor, a sensibilidade e a receptividade, bem com a fidedignidade e a autoridade, são as qualidades essenciais de Deus, para os arminianos". Todavia, nenhuma investigação da natureza de Deus deve considerar um atributo sobressaindo, reprimindo ou compensando a outro. Todos os termos empregados na Bíblia para descrever o caráter de Deus estão em pé na igualdade, como qualidades essenciais de sua natureza. NEle, portanto, a santidade e o amor, a retidão e a bondade não se colocam em oposição entre si.

Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento revelam-no como um Deus de santidade total (Lv 11.45; 19.2; Js 24.19; Is 6.3; Lc 1.49) e justiça reta (Sl 119.142; Os 2.19; Jo 17.25; Ap 16.5). Ele não poderá tolerar nem desculpar a impiedade ou a iniqüidade (Hc 1.13). Constatamos esse fato quando Ele julga Adão e Eva; quando destrói a raça humana no dilúvio; quando ordena a Israel que extermine os cananeus, cuja iniqüidade já havia atingido uma "medida cheia" (Gn 15.16); quando julga seu próprio povo escolhido. Também no julgamento (final) de todos quantos rejeitaram seu Filho; e, mais importante de tudo, na cruz.

As Escrituras, porém, demonstram que, durante algum tempo, Deus esteve disposto a não levar em conta a ignorância da humanidade no tocante a idolatria, pesar de agora ordenar a todas as pessoas, em todos os lugares, que se arrependam (At 17.29,30). Nas gerações passadas, Deus "deixou andar todos os povos em seus próprios caminhos" (At 14.16), embora hoje deseje que se convertam "dessas vaidades" (14.15). Paulo diz que, na cruz, Deus procurou demonstrar sua justiça "pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus" (Rm 3.25). Deus suportou durante quatrocentos anos a iniqüidade gritante dos amorreus (Gn 15.13), embora finalmente o seu julgamento tenha caído sobre eles com irresistível força. O Senhor não justifica o ímpio (Ex 23.7) "nem aceita recompensas [propinas]" (Dt 10.17). "Com justiça julgará o mundo e o povo, com eqüidade" (Sl 98.9). "O que justifica o ímpio e o que condena o justo abomináveis são para o Senhor, tanto um como o outro" (Pv 17.5). Aquele que põe à prova a paciência de Deus "entesoura ira para si no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus" (Rm 2.5).

Tentativas de enfraquecer o significado das palavras que descrevem Deus e suas ações, talvez por considerá-las expressões exageradas do desagrado de Deus à desobediência, levam à tolice semântica. Se, pois, rejeitarmos o seu sentido integral, que diríamos dos termos que descrevem seu amor e sua graça? Enfraquecer um grupo de palavras é enfraquecer a outro. A cruz, e tudo quanto ela subentende, só fará sentido diante de um Deus reto e justo, que exige julgamento. De outra forma, a agonia de Cristo no Getsêmani e sua morte excruciante teriam sido mero teatro de Páscoa. Além disso, o Deus amoroso seria transformado em nulidade. Se Ele não está realmente irado com o pecado nem exigindo sua condenação, a cruz seria o menos amoroso dos atos.


A Bondade, Graça e Misericórdia de Deus
A Bíblia mostra que devemos levar em conta a santidade e retidão da natureza divina ao considerar a mensagem de salvação. Da mesma forma, entretanto, revela que a natureza de Deus é boa na sua própria essência. O Antigo Testamento afirma continuamente que o Senhor é bom (heb. tov) e que Ele somente faz coisas boas. O salmista nos convida: "Provai e vede que o Senhor é bom" (Sl 34.8). Também declara: "O Senhor é bom" (100.5) e diz ao Senhor: "Tu és bom e abençoador" (119.68). Certo escritor declara: "A palavra 'bom' é o termo mais compreensível para louvar a excelência de alguma coisa". Quando aplicado a Deus, subentende a perfeição absoluta dessa característica nEle. Nada existe nEle que o possa tornar "não-bom". Por isso, a atividade redentora de Deus expressa a sua bondade, conforme evidencia a declaração bíblica de que Ele não deseja (gr. boulomai) "que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se" (2Pe 3.9).

A bondade de Deus, que levou a adiar seu julgamento e salvar a humanidade, é expressa por várias idéias-chaves (embora não apareçam tão freqüentemente indicando características afetivas de Deus). A Bíblia afirma com clareza sua paciência, loganimidade e tolerância, sendo que os escritores do Antigo Testamento expressam esse conceito mais freqüentemente com a expressão "tardio em irar-se". No Novo Testamento, a palavra primária (neste assunto) segue o modelo hebraico. Em 2a Pedro lemos que o Senhor "é longânimo [gr. makrothumei] para convosco, não querendo que alguns se percam" (3.9). Pedro diz também: "Tende por salvação a longanimidade [gr. makrothumia] de nosso Senhor" (2Pe 3.15). Em Romanos 2.4, Paulo emprega anochê (que significa "moderação", "tolerância", "paciência") ao advertir os que julgavam ao próximo - pois faziam as mesmas coisas - a não desprezar "as riquezas da sua benignidade, e paciência, e longanimidade". Em alguns aspectos, a paciência de Deus reflete mais uma razão reativa que pró-ativa ao fornecer a salvação por meio de Cristo. Mas, não fosse a sua tolerância, quem poderia ser salvo?

A Bíblia revela a natureza salvífica de Deus ao descrever a sua misericórdia, que é mais uma ação que uma qualidade. A paciência não requer ação, a misericórdia, sim. Mas não existe aqui nenhum tipo de dicotomia. A Idéia essencial de misericórdia requer uma condição: quem a recebe não tem méritos para exigí-la. Havendo méritos, deixa de ser misericórdia. A condição superior de quem concede a misericórdia, porém, não conduz ao protecionismo. Pelo contrário, Deus humilhou-se a si mesmo e se tornou um de nós - a expressão ulterior da misericórdia.No Antigo Testamento, cinco importantes grupos de palavras referem-se à misericórdia, compaixão e bondade de Deus. Ao refletir sobre o que Deus havia feito no passado em favor do povo da aliança, Isaías diz: "Pelo seu amor [heb. 'ahavah] e pela sua compaixão [heb. chemlah], ele os remiu" (63.9). Davi compara a compaixão [heb. rachem] do Senhor à compaixão de um pai (Sl 103.13). Salmos 116.5 diz: "O nosso Deus tem misericórdia" [heb. rachem]. O Novo Testamento emprega primariamente eleos e suas formas derivadas, que se encontram principalmente nos escritos de Paulo (26 vezes) e em Lucas e Atos (20 vezes). Nos evangelhos sinóticos, o verbo [gr. eleeõ] aparece principalmente nos pedidos de misericórdia dirigidos a Jesus, "filho de Davi" (Mt 9.27; Mc 10.47), ao passo que nas Epístolas a palavra refere-se principalmente a Deus, demonstrando misericórdia ou deixando de demonstrá-la (Mt 23.23; Tg 3.17) quanto divina (Rm 15.9; Hb 4.16; 1Pe 1.3).

Quatro passagens do Novo Testamento que colocam juntas a misericórdia e a salvação exigem atenção especial. Em Lucas 1, o grandioso capítulo que introduz a redenção divina final, a palavra "misericórdia" ocorre cinco vezes (vv. 50,54,58,72,78). Maria, no seu cântico (Magnificat), regozija-se em Deus porque Ele "atentou na humildade de sua serva" (v.48), mas ela inclui na misericórdia divina "os que o temem" (v.50) e "seu servo Israel" (v.54). A inspirada profecia de Zacarias revela de modo especial a conexão entre a misericórdia e a salvação. Na primeira estrofe, enfatiza uma salvação vindoura semelhante a Êxodo, "para manifestar misericórdia a nossos pais" (v.72). Na segunda estrofe, porém, canta o "conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados, pelas entranhas da misericórdia do nosos Deus" (vv.77,78).

Na segunda passagem, Romanos 11.28-32, Paulo, concluindo a explicação do lugar de Israel no plano de Deus, refere-se à misericórdia divina outorgada aos gentios, antes desobedientes, a fim de que os israelitas, agora desobedientes, receberem misericórdia. Paulo diz que Deus encerrou a humanidade globalmente na desobediência a fim de que todos vissem que a salvação depende da misericórdia, e não de identidade nacional.

Na terceira passagem, Efésio 2.4,5, Paulo revela a operação do amor, misericórdia e graça de Deus na nossa salvação. O sentido literal é o que temos em nossa Bíblia [ARC]: "Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou... nos vivificou juntamente com Cristo". A riqueza de sua misericórdia levou-o a salvar.

Na quarta passagem, Tito 3.4,5, Paulo liga a misericórdia a duas outras palavras de ternura. Deus manifestou sua benignidade e sua caridade quando nos salvou, "não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia". A parábola do credor incompassivo, em Mateus 18.23-34, ilustra o ensino neotestamentário da misericórdia de Deus. Embora o primeiro servo devesse uma soma impossível de restituir, o rei não buscava, sem misericórdia, extraí-la dele. Pelo contrário, perdoou-lhe graciosamente. Em Cristo, Deus tem feito o mesmo em nosso favor.

Outra maneira de Deus demonstrar sua bondade é na graça salvífica. As palavras mais freqüentemente usadas no Antigo Testamento para transmitir a idéia de graça são chanan ("demonstrar favor" ou "ser gracioso") e suas formas derivadas (especialmente chên) e chesedh ("bondade fiel" ou "amor infalível"). A primeira refere-se usualmente ao favor de livrar o seu povo dos inimigos (2Rs 13.23; Sl 6.2,7) ou aos rogos pelo perdão de pecados (Sl 41.4; 51.1). Isaías revela que o Senhor anseia por ser gracioso com o seu povo (Is 30.18). Mas a salvação pessoal não é o assunto de nenhum desses textos. O substantivo chên aparece principalmente na frase "achar favor aos olhos de alguém" (dos homens: Gn 30.27; 1Sm 20.29; de Deus: Êx 34.9; 2Sm 15.25). Chesedh contém sempre um elemento de lealdade às alianças e promessas, expresso espontaneamente em atos de misericórdia e amor. No Antigo Testamento, a ênfase recai sobre o favor demonstrado ao povo da aliança, embora as demais nações também estejam incluídas.

No Novo Testamento, a "graça", como o dom imerecido mediante o qual as pessoas são salvas, aparece primariamente nos escritos de Paulo. É um "conceito central que expressa mais claramente seu modo de entender o evento da salvação... demonstrando livre graça imerecida. O elemento da liberdade... é essencial". Paulo enfatiza a ação de Deus, e não a sua natureza. "Ele não fala do Deus gracioso; fala da graça concretizada na cruz de Cristo". Em Efésios 1.7, Paulo afirma: "Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça", pois "pela graça sois salvos" (Ef 2.5,8).


O Amor de Deus
Sem menosprezar a paciência, misericórdia e graça de Deus, a Bíblia associa mais freqüentemente o desejo de Deus em nos salvar ao seu amor. No Antigo Testamento, o enfoque primário recai sobre o amor segundo a aliança, como se vê em Deuteronômio 7:

O Senhor não tomou prazer [heb. chashaq] em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos... mas porque o Senhor vos amava [hb. 'ahev]; e, para guardar o juramento que jurara a vossos pais... vos resgatou da casa da servidão... Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o Senhor, teu Deus, te guardará o concerto e a beneficência [heb. chesedh] que jurou a teus pais; e amar-te-á [heb. 'ahev] e abençoar-te-á (vv. 1,8,12,13).

Num capítulo a respeito da redenção segundo a aliança, diz o Senhor: "Com amor [heb. 'ahavah] eterno te amei [heb. 'ahev]; também com amável benignidade [heb. chesedh] te atraí" (Jr 31.3). A despeito da apostasia e idolatria de Israel, Deus amava com amor eterno.

O Novo Testamento emprega agapaõ ou agapê para referir-se ao amor salvífico de Deus. No grego pré-bíblico, essas palavras tinham pouca revelância. No Novo Testamento, porém, são óbvios o seu poder e calor. "Deus é agapê" (1Jo 3.16). Por isso, "ele deu seu Filho unigênito" (Jo 3.16) para salvar a humanidade. Deus tem demonstrado seu amor imerecido para conosco "em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.8). O Novo Testamento dá amplo testemunho do fato de que o amor de Deus impeliu-o a salvar a humanidade perdida. Por isso, estes quatro atributos de Deus - a paciência, a misericórdia, a graça e o amor - demonstram a sua bondade ao prover a nossa redenção.

Se a Bíblia ensina que a bondade de Deus o levou a salvar a humanidade perdida, ensina também que nada fora dEle mesmo o compeliu a fazer assim. A redenção tem a sua origem no amor e na vontade de Deus. É espontânea, Ele não se vê obrigado a isso. Em Deuteronômio 7.7,8, Moisés ressalta esse fato, afirmando que o Senhor não escolheu Israel pelo que eram os israelitas, mas porque Ele os amava e era fiel à sua promessa. O caráter do próprio Deus, isto é, o seu amor e fidelidade, consignou-se quando Ele os escolheu e redimiu, embora fossem teimosos (Dt 9.6; 10.6).

Em Gálatas 1.4, Paulo proclama que Cristo "se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus, nosso Pai". No dia de Pentecostes, Pedro declarou que Jesus fora entregue à morte "pelo determinado conselho e presciência de Deus" (At 2.23). Embora não devamos comprometer o poder infinitamente impulsor do amor divino, não podemos, por outro lado, comprometer sua soberania.

O Novo Testamento preserva tanto o amor quanto a soberania de Deus, por não oferecer nenhuma teoria da expiação, embora dê "vários indícios do princípio segundo o que a expiação é levada a efeito". A despeito da abordagem não-teorética do Novo Testamento, no decurso dos anos os teólogos da Igreja têm proposto várias teorias. Como sempre acontece quando várias teorias tentam explicar uma verdade bíblica, cada uma delas pode conter um núcleo de verdade.


Fonte: Teologia Sistemática, CPAD. Stanley M. Horton




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