A Santíssima Trindade (Parte 1) - Introdução; Evidências Bíblicas para a Doutrina
(Publicado: 16 de Junho de 2012, Sábado, 14:21)
O Pai incriado, o Filho incriado: o Espírito Santo incriado.
O Pai incomensurável, o Filho incomensurável: o Espírito Santo incomensurável.
O Pai eterno, o Filho eterno: o Espírito Santo eterno.
E, mesmo assim, não são três eternos: mas um só eterno.

Os Patriarcas e os Heresiarcas
(Publicado: 19 de Maio de 2012, Sábado, 19:32)
Os Patriarcas
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O nome "pais" teve sua origem na Igreja do Ocidente, no século 2. Os "pais apostólicos" foram homens que tiveram contato direto com os apóstolos ou, simplesmente, foram citados por alguns deles. Clemente de Roma, Inácio e Policarpo recebem, regularmente, este título, principalmente Policarpo, de quem existem evidências precisas de que manteve contato direto com os apóstolos.

A Igreja de Deus no Singular e no Plural
(Publicado: 24 de Março de 2012 , Sábado, 16:38)
Muito se ouve hoje em dia, a seguinte expressão: "Mas, existem muitas igrejas. Qual delas é a verdadeira? Como podemos saber?"

Quando você ouvir algo do gênero, irmão, tenha paciência com quem falou. Porque, certamente tal pessoa não sabe o que é igreja. E cabe-nos esclarecê-la. É o que pretendo fazer neste tópico.

Paralelos Entre a Deusa Ísis e a Virgem Maria
(Publicado: 11 de Março de 2012, Domingo, 00:00)
Apesar de ser uma das divindades mais importantes e mais conhecidas no Egito antigo desde por volta da V dinastia (2479 a 2322 a.C., aproximadamente), a deusa Ísis não foi titular de nenhum templo no país dos faraós pelo menos até o século IV a.C. Ela somente era venerada nos templos onde havia culto para Osíris e Hórus, seu esposo e filho, respectivamente. Entretanto, no período posterior à chegada de Alexandre Magno ao Egito, em 332 a.C., o culto de Ísis se expandiu de tal forma que ultrapassou as fronteiras egípcias chegando a diversas regiões no entorno do mar Mediterrâneo e influenciou cultos posteriores, como é o caso do próprio cristianismo, na figura da Virgem Maria.

Cronologia de Fatos Bíblicos e Mundiais
(Publicado: 11 de Março de 2012, Domingo, 00:00)
# Criação (Gn 1:1ss)
Não datada.

# Noé constrói a arca (Gn 6:1ss)
Não datada.

# 2500 a.C.
Os egípcios descobrem o papiro e a tinta para a escrita e constroem as primeiras bibliotecas; objetos de ferro são confeccionados no antigo Oriente Próximo.

Credos Históricos
(Publicado: 24 de Setembro de 2011, Sábado, 13:43)
Credo Primitivo
" Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze. Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos." (1a Coríntios 15:3-7)

Embora os credos só tenham começado a se desenvolver em períodos posteriores, certas passagens das cartas de Paulo nos apresentam declarações "semi estereotipadas" que, provavelmente, funcionavam como confissões de fé correntes. Uma delas é a afirmação "Jesus é o Senhor", encontrada em Romanos 10:9 e 1a Coríntios 12:2.

A Obra Salvífica de Cristo (Parte 6, Final) - A Ordem da Salvação
(Publicado: 17 de Julho de 2011, Domingo, 16:20)
Deus, por sua infinita bondade e justiça, enviou seu Filho unigênito à cruz a fim de suportar a penalidade total do pecado e poder perdoar livremente e com justiça todos quantos comparecerem diante dEle. Como isso acontece na vida de uma pessoa? Pensar a respeito da aplicação da obra de Cristo a nós leva a considerar a chamada ordo salutis ("ordem da salvação"), expressão que remonta a 1737, atribuída ao teólogo luterano Jakob Karpov, embora a idéia propriamente dita seja mais antiga. Qual a ordem lógica (não a cronológica) na qual experimentamos o processo de passar de um estado pecaminoso para o da plena salvação? A Bíblia não oferece uma ordem específica, embora se ache embrionariamente em Éfesios 1.11-14 e em Romanos 8.28-30, onde Paulo alista a presciência, a predestinação, o chamamento, a justificação e a glorificação, sendo cada conceito edificado na idéia anterior.

A Obra Salvífica de Cristo (Parte 5) - O Alcance da Obra Salvífica de Cristo
(Publicado: 03 de Julho de 2011, Domingo, 16:23)
Há entre os cristãos uma diferença significativa de opiniões quanto à extensão da obra salvífica de Cristo. Por quem Ele morreu? Os evangélicos, de modo global, rejeitam a doutrina do universalismo absoluto (isto é, o amor divino não permitirá que nenhum ser humano ou mesmo o diabo e os anjos caídos permaneçam eternamente separados dEle). O universalismo postula que a obra salvífica de Cristo abrange todas as pessoas, sem exceção. Além dos textos bíblicos que demonstram ser a natureza de Deus de amor e de misericórdia, o versículo chave do universalismo é Atos 3:21, onde Pedro diz que Jesus deve permanecer no Céu "até aos tempos da restauração de tudo". Alguns entendem que a expressão grega apokastaseõs pantõn ("restauração de todas as coisas") tem significado absoluto, ao invés de simplesmente "todas as coisas, das quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas". Embora as Escrituras realmente se refiram a uma restauração futura (Rm 8:18-25; 1Co 15:24-26; 2Pe 3:13), não podemos, à luz dos ensinos bíblicos sobre o destino eterno dos seres humanos e dos anjos, usar esse versículo para apoiar o universalismo. Fazer assim seria uma violência exegética contra o que a Bíblia tem a dizer deste assunto.

A Obra Salvífica de Cristo (Parte 4) - Aspectos da Obra Salvífica de Cristo
(Publicado: 11 de Junho de 2011, Sábado, 22:41)
O Sacrifício
Embora algumas idéias já tenham sido estudadas, faz-se necessário examinar mais de perto alguns aspectos da obra redentora de Cristo. Várias palavras bíblicas a caracterizam. Ninguém que leia as Escrituras de modo perceptivo pode fugir à realidade de que o sacrifício está no âmago da redenção, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. A figura de um cordeiro ou cabrito sacrificado como parte do drama da salvação e da redenção remonta à Páscoa (Êx 12:1-13). Deus veria o sangue aspergido e "passaria por cima" daqueles que eram protegidos por sua marca. Quando o crente do Antigo Testamento colocava as suas mãos no sacrifício, o significado era muito mais que identificação (isto é: "Meu sacrifício"). Era um substituto sacrificial (isto é: "Sacrifico isto em meu lugar").

A Obra Salvífica de Cristo (Parte 3) - Teorias da Expiação
(Publicado: 02 de Maio de 2011, Segunda Feira, 19:08)
Teoria da Influência Moral
A teoria da influência moral (também chamada teoria do amor de Deus ou exemplarismo) é geralmente atribuída a Pedro Abelardo (intelectual francês, filósofo, professor e teólogo, 1079-1142). Ao ressaltar o amor de Deus, rejeita qualquer idéia de haver em Deus uma exigência pela liquidação da dívida do pecado. Deus não exigiu pagamento pelo pecado, mas com amor perdoou graciosamente. Na encarnação e na cruz, vemos uma demonstração do amor assoberbador de Deus, visão que nos leva à gratidão e ao amor e, portanto, nos incita ao arrependimento, à fé e a um desejo de mudar nossa conduta. A teoria da influência moral não vê na cruz nenhum propósito ou efeito expiador.

A Reforma Protestante e Suas Principais Causas
(Publicado: 06 de Abril de 2011, Quarta Feira, 22:53)
Não há como negar a influência da Reforma Protestante em nosso século. Qualquer livro de História que aborde o tema: "Baixa Idade Média e início da Idade Moderna", tem, obrigatoriamente, a necessidade de discorrer sobre um dos principais marcos dessa época: a Reforma Protestante, liderada pelo monge agostiniano Martinho Lutero. Embora seja extremamente velho (quase 500 anos), trata-se, porém, de um tema ainda vivo e em debate hoje em dia.

A interpretação que os historiadores dão à História influencia a explicação das causas da Reforma Protestante. A ênfase sobre um ou outro fator histórico depende da escola de interpretação. Vejamos o que nos informa o historiador Earle E. Cairns:

A Obra Salvífica de Cristo (Parte 2) - As Naturezas de Deus e da Humanidade
(Publicado: 11 de Março de 2011, Sexta Feira, 23:57)
A Bíblia, portanto, revela um Deus que salva, um Deus que redime. Por que é necessária a salvação espiritual? O que torna possível a salvação espiritual? São perguntas que surgem, e as respostas que oferecemos relacionam-se ao nosso modo de ver a natureza de Deus e da humanidade. O que aconteceria se Deus não fosse como a Bíblia nos revela, e não tivéssemos sido criados à sua imagem e subseqüentemente caído? A salvação, conforme a Bíblia a descreve, não teria sido possível nem necessária. Logo, o drama da redenção tem como pano de fundo o caráter de Deus e a natureza da criação humana.

A Obra Salvífica de Cristo (Parte 1) - Introdução; O Significado de Salvação
(Publicado: 27 de Fevereiro de 2011, Domingo, 21:55)
A obra salvífica de Cristo é a coluna central no templo da redenção divina. É o sustentáculo que carrega a maior parte do peso, sem o qual a estrutura jamais poderia ter sido completada. Podemos compará-la também ao eixo em torno do qual gira toda a atividade de Deus na revelação. É a obra que fornece uma cabeça ao corpo, um antítipo ao tipo, uma substância às sombras e prefigurações. Tais afirmações em nada diminuem a importância do que Deus fez em favor do seu povo, segundo a aliança do Antigo Testamento, e às nações em redor. Para os estudiosos das Escrituras, permanece sua incalculável relevância, refletindo o pensamento de Hebreus 1.1: "Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho". Deus falou de modo infalível e relevante no passado, mas não pela última vez. Sua derradeira palavra só chegou com a vinda de seu Filho, e o registro dessa vinda aparece de forma infalível e definitiva nos 27 livros do cânon do Novo Testamento.

Como Era o Pano de Fundo Político e Filosófico da Renascença, de onde brotou a Reforma Protestante?
(Publicado: 21 de Fevereiro de 2011, Segunda Feira, 14:54)
Meu caro leitor, no pano de fundo do pensamento renascentista se destacam algumas figuras de vulto, começando com Nicolau de Cusa e terminando com Giordano Bruno. É uma nova concepção filosófica do mundo e da vida, ainda não bem claramente esboçada, de que seus próprios autores, às vezes, não tem clara consciência. É uma época de transição, em que novo e velho se entretecem mutuamente.
A maior conquista do pensamento da Renascença está na história humana e na ciência natural. Daí derivam, em seguida, a ciência política e a técnica científica, que tiveram o seu grande início. É o fruto do vivo interesse e da penetrante observação da experiência e do concretismo, quase desconhecidos do pensamento clássico e medieval.

Merecem Confiança os Livros Apócrifos?
(Publicado: 14 de Janeiro de 2011, Sexta Feira, 10:05)
Preâmbulo
O termo "apócrifo" tem sua origem no vocábulo grego apokryphos (Mc 4.22), cujas variantes de seu significado podem ser: "oculto", "escondido", "secreto" ou "misterioso". Essa expressão tem sido aplicada, comumente, em matéria bíblico-teológica, a certos livros que, embora sejam classificados como "sagrados" por alguns cristãos da antiguidade, não são aceitos por tantos outros como canônicos; isto é, de redação divinamente inspirada.
O termo ocorre novamente em Colossenses 2.3, para designar o depósito divino e "oculto" da sabedoria que se acha em Deus.
Foi empregado pela primeira vez, para classificar uma relação de livros, na Stromata 13, capítulo 4 - obra de Clemente de Alexandria (Titus Flávios Clements), escritor, doutor e apologista da Igreja, mestre de Origenes.

As Cartas Paulinas (Parte 14, Final) - Hebreus
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010 , Sábado, 17:54)
Hebreus (Carta anônima, tradicionalmente atribuída a Paulo)
Consumidores conscientes compram os melhores produtos que o seu dinheiro possa adquirir. Os pais sensatos desejam apenas o melhor para os seus filhos, nutrindo o corpo, mente e espírito deles. Os indivíduos íntegros buscam o melhor investimento de tempo, talentos e tesouros. Em todas as áreas, conformar-se com menos seria desperdício, tolice e irresponsabilidade. Contudo, é um ímpeto natural caminhar em direção ao que é conveniente e confortável.

As Cartas Paulinas (Parte 13) - Filemom
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010, Sábado, 17:54)
Filemom
Ao sinal do contramestre, a bola gigante é lançada e com uma força de dinamite e uma colisão retumbante atinge a parede, estalando tijolos como ramos e espalhando pedaços de argamassa. Repetidamente, o poderoso pêndulo entra em ação, e logo a barreira é reduzida a escombros. Após isso, ele é retirado para que a construção possa começar.

As Cartas Paulinas (Parte 12) - Tito
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010, Sábado, 17:52)
Tito
O vazio produzido pela partida de um líder forte pode arruinar um movimento, organização ou instituição. Tendo sido dependentes da habilidade, estilo, e personalidade desse líder, associados e subordinados passam a se debater ou competir pelo controle. Logo a eficiência e a vitalidade são perdidas, e o declínio e o desaparecimento surgem no horizonte. Este padrão se repete freqüentemente nas igrejas. Grandes oradores e ensinadores reúnem discípulos, e logo floresce uma igreja viva, vigorosa e efetiva. Vidas são transformadas e pessoas são conduziadas ao Reino de Deus. Mas quando este líder parte ou morre, leva consigo o vigor e o ânimo da organização. Muitas pessoas se reuniram para ouvir o ensino de Paulo. Educado, articulado, motivado, e cheio do Espírito Santo, este homem de Deus proclamou fielmente as Boas Novas por todo o Império Romano; vidas foram transformadas e igrejas iniciadas. Mas Paulo sabia que a igreja deveria ser edificada em Cristo, não em qualquer outra pessoa. O apóstolo sabia que no final não estaria presente para edificar, encorajar, disciplinar e ensinar. Então treinou jovens pregadores para que assumissem a liderança nas igrejas após sua partida. Paulo os exortou a centrarem suas vidas e sua pregação na Palavra de Deus (2 Tm 3.16,17), e a treinarem outros para que o ministério tivesse continuidade (2 Tm 2.2).

As Cartas Paulinas (Parte 11) - 2a Timóteo
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010, Sábado, 17:50)
2a Timóteo
As famosas "últimas palavras" são mais que um clichê. Quando homens e mulheres notáveis e influentes estão prestes a morrer, o mundo espera ouvir suas sábias palavras e recomendações finais. Então, tais citações são repetidas mundialmente. Isto também ocorre com uma pessoa querida que esteja agonizando. Juntos, ao lado da pessoa, a família se esforça para ouvir cada sílaba sussurrada: bençãos, encorajamento e conselho, sabendo que esta será a mensagem final. Um dos homens mais sábios, influentes e amados da história foi o apóstolo Paulo. E nós conhecemos suas famosas últimas palavras.

As Cartas Paulinas (Parte 10) - 1a Timóteo
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010, Sábado, 17:47)
1a Timóteo
Mesmo sem notar, deixamos transparecer os nossos valores. Os pais em particular demonstram a seus filhos o que consideram importante e valioso. A expressão "Tal pai, tal filho" não é apenas um clichê bastante conhecido; é uma verdade permanente em nossos lares. E a experiência prova que os filhos freqüentemente seguem o estilo de vida de seus pais, repetindo seus êxitos e erros.

As Cartas Paulinas (Parte 9) - 2a Tessalonicenses
(Publicado: 04 de Dezembro de 2010, Sábado, 19:47)
2a Tessalonicenses
"Mas eu pensei que ele tivesse dito...", "Estou certo de que ele quis dizer...", "Ficou claro para mim que nós deveríamos...", "Eu discordo. Penso que devemos...".

A comunicação efetiva é difícil; podemos observar freqüentemente que a mensagem enviada não é a mensagem recebida em casa, no mercado, no bairro, ou na igreja. Mesmo quando declarada ou escrita claramente, as palavras podem ser mal interpretadas e mal compreendidas, especialmente quando filtradas através da peneira dos preconceitos.

As Cartas Paulinas (Parte 8) - 1a Tessalonicenses
(Publicado: 04 de Dezembro de 2010, Sábado, 19:44)
1a Tessalonicenses
Eles caminham lentamente, um a um, espalhando as folhas e pisando na grama com passos medidos e pesados. Em suas mentes, ainda ecoam as palavras do ministro; eles ouvem os trabalhadores se movendo em direção ao terrível lugar, preparando-se para cobrir o caixão do ente querido. A morte rompeu os relacionamentos familiares e as amizades, deixando somente memórias ... lágrimas ... e solidão.

Nascidos Para Serem Queimados?
(Publicado: 31 de Outubro de 2010, Domingo, 16:24)
A teologia do neo-calvinismo coloca um exacerbo em questão da responsabilidade do homem.

O homem, em suas atitudes, tem como pauta a seguinte colocação:
- Se faz certo e as suas escolhas dão certo; seja no casamento, na vida financeira, no trabalho, na família e qualquer outra coisa; isso é um mérito de Deus.
- Se for errado e suas escolhas dão errado; seja no casamento, na vida financeira, no trabalho, na família e qualquer outra coisa; isso é uma predestinação de Deus.

As Cartas Paulinas (Parte 7) - Colossenses
(Publicado: 18 de Julho de 2010, Domingo, 21:54)
COLOSSENSES
Tire o principal líder da equipe, e ela se desorganizará; interrompa a linha de combustível, e o carro não funcionará; tire o aparelho elétrico da tomada, e ele não terá energia. Seja na liderança, na força ou na vida, as conexões são essenciais!

Colossenses é um livro de conexões. Escrevendo da prisão em Roma, Paulo combateu falsos ensinos que haviam se infiltrado na Igreja de Colossos. O problema era o "sincretismo", combinar idéias de outras filosofias e religiões (como o paganismo, variantes do judaísmo, e pensamentos gregos) com a verdade cristã. A heresia resultante mais tarde se tornou conhecida como gnosticismo, enfatizando o conhecimento especial (gnosis, em grego) e negando a Cristo a condição de Deus e Salvador.




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