Apóstolo Paulo (Parte 5, Final) - Paulo Vai a Roma
Paulo Vai a Roma (Caps. 27 e 28)
A dramática viagem de Paulo pelas águas do Mar Mediterrâneo, é um dos raros documentos conservados, da antigüidade, sobre as antigas viagens marítimas. Como em todos os episódios do Livro de Atos, a figura do Apóstolo Paulo aparece sempre no centro do que está acontecendo. Tanto assim que no final, momentos antes do naufrágio, ele é quase o comandante do navio. No decurso da viagem movimentada ele é consultado ou faz sentir a sua opinião acerca de rotas e paradas. Em Malta, deixou de ser simples prisioneiro, e passou a ser um prisioneiro de categoria especial, com direito a privilégios e atenções de toda sorte.

O relatório mostra ainda a enorme insegurança das viagens marítimas daquela época. Jamais se atreviam a tomar um rumo direto ao alvo, em nosso caso a Itália. Em vez disto, costeavam o litoral, evitando o mais possível a navegação durante a noite. Daí as demoras e os imprevistos que deviam surgir numa viagem dessas ao lado dos riscos de vida a que os viajantes se expunham, e como deviam se sentir aliviados ao por o pé em terra firme no porto de destino.


O Começo da Viagem (27.1-8)
Ao descrever a viagem de Paulo, Lucas procura sempre destacar a profunda confiança que ele tinha no seu Senhor, até mesmo nos momentos mais difíceis. Paulo deu perfeita demonstração de fé e segurança no Senhor, durante todo o tempo de duração daquela viagem.

. Companheiros de Paulo
Lucas enfatiza a sua companhia a Paulo durante aquela viagem. Aristarco de Tessalônica, é mencionado como companheiro de Lucas e de Paulo (v. 2). Assim Paulo se refere a ele em Colossenses 4.10: "Aristarco, que está preso comigo". Quanto a Lucas, a Bíblia não menciona a razão da sua companhia a Paulo. Seria na qualidade de médico? É possível. Porém, podemos crer que o Espírito impulsionou Lucas a acompanhá-lo, dando seu apoio na viagem e, certamente, para que registrasse os acontecimentos através da longa e penosa viagem.
Paulo foi entregue aos cuidados do centurião Júlio, de quem o apóstolo teve um tratamento muito especial. Acredita-se que Júlio tenha ouvido o discurso de Paulo diante de Agripa, onde o apóstolo foi mais uma vez declarado inocente.

. Paulo Chega a Sidom
No dia seguinte à saída de Cesaréia, o navio que levava Paulo, chegou à cidade de Sidom, onde ele teve permissão de ver alguns dos seus amigos e receber alguma assistência deles. Sidom foi uma famosa cidade dos cananeus (Gn 10.15) sobre a qual a Bíblia faz freqüentes referências. Desde os dias do Novo Testamento esta cidade tem passado por várias mudanças. A moderna cidade chama-se Saida, tem hoje uma grande população.

Partindo de Sidom, navegaram ao longo da costa de Chipre, atravessando o mar ao longo da Cilícia e Panfilia, chegando a Mirra, na Lícia (v.5). Foi aí que o centurião, achando um navio alexandrino de partida para a Itália, nele fez embarcar todos os presos. Esse navio que pertencia à frota do governo egípcio, estava cheio de trigo que era levado para Roma. Lucas narra a partir daí os momentos mais difíceis da viagem: "Navegando vagarosamente muitos dias e tendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, não nos tendo sido permitido prosseguir, por causa do vento contrário, navegamos a sota-vento de Creta, na altura de Salmona. Costeando-a penosamente, chegamos a um lugar chamado Bons Portos perto do qual estava a cidade Laséia" (v. 7,8).

. Bons Portos
Na primeira etapa de sua viagem a Roma, após várias dificuldades, Paulo chega a Bons Portos, lugar para um breve descanso. É por demais consolador saber que Deus sempre tem "Bons Portos" no grande e tumultuado mar desta vida, onde seus filhos podem ancorar seu barco enquanto refazem as forças para prosseguir sua viagem até que ancore no calmo porto de Sião. Próximo a Hagar, em pleno deserto, rompeu-se uma fonte para dar de beber ao mancebo Ismael que já estava a perecer de sede (Gn 21.19,20). Após três dias de difícil caminhada pelo deserto, Israel chegou a "Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras" onde puderam se acampar (Êx 15.27). Enquanto Israel era assolado pela fome, Deus ordenou aos corvos alimentarem a Elias que estava à beira da torrente de Querite, o mesmo fazendo depois, através de uma viúva de Sarepta (1Rs 17.5-7,9). Após prolongado sermão aos ninivitas, Jonas deitou-se a dormir desconfortavelmente ao relento. Neste momento Deus fez nascer uma ramagem acima do profeta para protegê-lo do sol causticante (Jn 4.6). Deus cuida dos Seus em todas e quaisquer circunstâncias da vida.


Os Perigos da Viagem (27.9-26)
Antes de sair de Bons Portos, como era o final da estação para se navegar ali com a necessária segurança, admite-se que houve uma reunião de comando de bordo, de cuja reunião Paulo, na qualidade de navegante experiente, possivelmente tenha participado. Foi nesta reunião que Paulo, por uma revelação especial de Deus disse ao comandante de bordo e à tripulação do navio: "Senhores, vejo que a viagem vai ser trabalhosa, com dano e muito prejuízo, não só da carga e do navio, mas também da nossa vida" (27.10). Mas, diz Lucas que o centurião que conduzia os presos, entre os quais Paulo, dava mais crédito ao piloto e ao mestre do navio do que ao que dizia o apóstolo. Por isso, a maioria dos que compunham a tripulação do navio, com fundamentos nas desculpas de que o porto de Bons Portos era inadequada para aí passarem o inverno, período que começava a 11 de Novembro quando a navegação se tornava impraticável, sem perda de tempo e sem dar atenção ao que Deus revelara através do seu apóstolo, navegaram esperando alcançar Fênix, na ilha de Creta, e aí passar o inverno.

. Uma Viagem Tormentosa
A princípio, parece que a viagem seria feita sem problemas. Entretanto, não demorou muito, e levantou-se um tufão de um lado da ilha dando com ímpeto contra o navio. Segundo Lucas, esse tufão tem o nome de Euro-Aquilão. Cedo o navio mostrou-se incapaz de suportar a violenta tempestade e a tripulação também incapaz de conduzi-lo ao rumo certo, deixando-o então à mercê da tormenta. Como a tempestade continuasse a açoitar furiosamente a embarcação, já por muitas horas, a tripulação passou a aliviar o navio, lançando sua carga ao mar. Logo lançaram também a armação do velame do navio.

Num dos momentos mais críticos da história, documenta Lucas: "E, não aparecendo, havia já alguns dias, nem sol, nem estrelas, caindo sobre nós grande tempestade, dissipou-se afinal toda a esperança de salvamento" (v.20). Tal era o desespero reinante que os viajantes já não se alimentavam mais. Então disse Paulo: "Senhores, na verdade era preciso terem-me atendido e não partir de Creta, para evitar esse dano e perda. Mas, já agora, vos aconselho bom ânimo, porque esta noite o anjo de Deus, de quem eu sou a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo não temas. É preciso que compareças perante César; e eis que Deus, por sua graça, te deu todos quantos navegam contigo. Portanto, senhores, tende bom ânimo! Pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito. Porém é necessário que vamos dar uma ilha" (vv. 21-26).

. A Convicção de Paulo
Muito acertadamente diz o profeta Amós: "O Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas" (Am 3.7). Davi por sua vez diz que o segredo do Senhor é para os que o temem (Sl 25.14).

"Senhores, na verdade era preciso terem-me atendido e não partir de Creta" (v. 21). Notamos aqui a convicção de Paulo de que, o que havia dito procedia de Deus. Paulo informou aos 276 companheiros de bordo que, embora o navio fosse se perder, nenhuma vida seria atingida. Ele estava seguro quanto ao plano divino do seu comparecimento perante César.


O Naufrágio (27.27-44)
Na décima quarta noite de viagem, os marinheiros perceberam que o navio se aproximava da terra (v. 27). As âncoras foram baixadas para evitar que a embarcação fosse bater nos rochedos. Enquanto isso, os marujos estavam pretendendo fugir num pequeno bote. Sairiam clandestinamente, deixando os passageiros a mercê do acaso. Tendo Paulo percebido isso, cientificou a Júlio da criminosa manobra dos marinheiros.

O comandante sabia, é claro, que só uma rigorosa disciplina e os esforços conjugados de todos é que podiam salvar a todos os viajantes.

. Abnegação em Meio ao Sofrimento
Ao raiar de um novo dia, Paulo, reunindo todas as forças, e, passando por entre os companheiros de sofrimento, procura encorajá-los e aconselhá-los a se alimentarem. Havia 15 dias que estavam em jejum. Então, uniram o conselho ao exemplo, Paulo, "tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos; e, partindo-o, começou a comer" (v. 35). E todos, foram movidos a segui-lo: "puseram-se também a comer" (v. 36). Sem dúvida, em tais circunstâncias, Paulo era o homem, a bordo, de maior importância.

Após terem-se alimentado, aliviaram mais uma vez a carga do navio, arremessando ao mar o restante do trigo.

Avistando uma enseada que tinha praia, e, tendo trocado idéias entre si, decidiram rumar para lá.

Inesperadamente, porém, foram dar num recife, causando, naturalmente, grande susto aos viajantes. Com o choque, o navio encravou a quilha na areia, enquanto que um enorme vagalhão sacudiu a embarcação de tal forma que pranchas e traves se desconjuntando, eram arrebatadas pelas ondas do mar.

. Outro Exemplo do Cuidado de Deus
Segundo a lei romana, os soldados de cujos cuidados os presos escapavam, eram mortos; por isto eles, cheios de temor, alarmados ante a iminência de uma fuga, pretenderam matar todos os presos. No entanto o centurião Júlio, que tratava Paulo com certa consideração, não concordou com a idéia dos soldados. Assim, ninguém foi morto. Por causa de Paulo, os soldados foram impedidos de executarem seu intento. Então o centurião ordenou que todos os que soubessem nadar se lançassem primeiro ao mar; depois, outros, agarrados em tábuas ou outros destroços do navio, poderiam também chegar em terra firme.

Que momentos indescritíveis aqueles! Centenas de náufragos semimortos de fome e de cansaço, em luta contra a morte! Dentre estes, Paulo, o heróico soldado de Cristo, emergiu das ondas do Mar Mediterrâneo, chegando à praia, vitorioso, pois a promessa do Senhor, de que ninguém morreria, acabava de se cumprir.

. Jonas, o Contraste
Um dia Jonas também enfrentou uma tempestade. As circunstâncias, todavia, eram diferentes das de Paulo.

1. Jonas estava fugindo do cumprimento da vontade de Deus, enquanto que Paulo se propunha a tão somente permanecer dentro da vontade de Deus.

2. Jonas se escondeu para dormir durante a tempestade, enquanto Paulo, cheio de coragem, confiante nas promessas do Senhor, procurava dirigir as operações durante a tempestade.

3. A causa da tempestade que atingiu a embarcação onde se encontrava Jonas, era ele próprio. A embarcação onde se encontrava Paulo teria sido preservada, caso os tripulantes tivesse dado ouvido às suas palavras (27.9,10).

4. Jonas foi forçado a dar testemunho de Deus (Jn 1.8,9). Paulo, intrépido, não perdia oportunidade de testemunhar do seu Deus, de assegurar aos seus companheiros de viagem, o livramento do Senhor, para todos.

5. A presença de Jonas no navio era uma ameaça contra a vida dos gentios; a presença de Paulo no navio, significava segurança, garantia de que ninguém pereceria.

6. O navio em que Jonas viajava, foi aliviado, quando lançaram-no ao mar; pela presença de Paulo no navio, seus companheiros tiveram sua vida assegurada, distante de serem tragados pela fúria do mar.

Grande é a diferença entre aquele que se propõe a atravessar uma tempestade dentro da vontade de Deus, e aquele que teima em permanecer distante da vontade do Senhor. Àquele, está reservado bênçãos perenes; a este, está reservado apenas um profundo caos.


Paulo na Ilha de Malta (28.1-10)
No texto 2 desta lição, citamos uma palavra de revelação de Deus através de Paulo (27.26), quando, confortando aqueles que estavam no navio com ele, disse: "É necessário que vamos dar a uma ilha". Esta palavra de revelação estava relacionada à ilha de Malta. Escreve Lucas: "Uma vez em terra, verificamos que a ilha se chamava Malta" (28.1).

. Tratamento Cordial
Lucas narra com matizes bem vivas a maneira carinhosa como os náufragos foram recebidos e hospedados pelos habitantes da ilha de Malta. Os naturais da ilha eram chamados "bárbaros", na língua grega, mas esse termo em nada demonstrava desprezo aos habitantes da ilha, já que para os gregos, bárbaros eram todos os que não falavam a língua grega. Aqueles nativos foram muito gentis e ofereceram todo o conforto que puderam. A extraordinária bondade manifesta pela hospitalidade daqueles nativos é contrastante com a maneira que Paulo foi tratado entre o "povo escolhido" - os judeus, que tudo fizeram para dar fim à sua vida.

. Paulo Salvo Miraculosamente
Quando Paulo lançava um feixe de varas no fogo, uma víbora picou-lhe a mão. Os nativos, certamente, julgavam tratar-se de um homicida, uma vez que viam as algemas de Paulo. Assim, quando viram a víbora dependurada na mão de Paulo, acharam que "a justiça divina" não lhe permitiria escapar da morte, nessa segunda vez. Entretanto, ao verem-no lançar a víbora ao fogo, sem que qualquer mal lhe tivesse acontecido, passaram os nativos a uma outra conclusão, isto é, ao invés de criminoso, Paulo seria um deus (v. 6).

. A Abnegação de Paulo
Paulo sempre aproveitava as oportunidades para desempenhar o seu ministério, ainda que as circunstâncias não parecessem tão favoráveis. A dura experiência de uma viagem tumultuada, mais que isto: trágica, sem saúde física, certamente muito abalada, não foram suficientes para levarem Paulo ao desânimo e a prostração. Durante os três meses que ali permaneceu, Paulo procurou atender às necessidades do povo nativo. Lucas diz que Paulo foi recebido na propriedade de Públio, o principal homem da ilha; talvez fosse ali o representante do governador romano, ou seria o nativo mais nobre da ilha. Seu pai estava gravemente enfermo. E Paulo orou e o homem ficou curado, bem como todos os outros doentes da ilha que por ele procuraram. Não sabemos se aqueles três meses foram suficientes para a organização de uma igreja ali. Contudo, sabemos que Paulo não deixou de proclamar o Evangelho ali.


Paulo Chega a Roma (28.11-31)
Após três meses de permanência na ilha de Malta, terminando o inverno, embarcando em um outro navio alexandrino que tinha o nome "Dióscuros" (v. 11), Paulo e os demais, dirigiram-se definitivamente para Roma.

. Uma Viagem Normal
A viagem transcorreu sem novidades até a Itália. Aportando sucessivamente em Siracusa e Régio, chegaram sãos a Putéoli, porto de Nápoles, na Itália. Os cristãos de lá receberam Paulo e sua comitiva com sinais evidentes de fraternidade, cuidando deles por uma semana inteira. Avisados os irmãos de Roma, estes vieram ao encontro de Paulo, já a caminho da Via Ápia e em Três Vendas, já mais próximo de Roma (v. 15).

Embora preso e cansado, Paulo sentia-se aliviado ante a realidade de que não estava sozinho, abandonado. Ao entrarem em Roma, os presos foram entregues ao prefeito dos pretorianos. Pouco depois Paulo recebeu ordem de morar fora do quartel, ainda que sob a vigilância contínua de um soldado. Diz-nos o versículo 30 que ele foi morar numa casa alugada para este fim.

. Paulo se Encontra com os Judeus de Roma
Três dias depois de chegar a Roma, Paulo teve um encontro com os judeus dali. Você deve estar lembrado de que as informações dadas em Jerusalém, pelos judeus da Ásia, a respeito das atividades missionárias de Paulo, não conferiam com a verdade, assim quis ele que os judeus de Roma não tivesse também informações erradas, e quis também informar-lhes a razão de sua prisão.

Os líderes judeus lhe disseram que não tinham recebido nenhuma carta da Judéia nem qualquer má informação da parte dos judeus da Ásia, estavam interessados em conhecer os ensinos do Cristianismo, uma vez que tinham ouvido, que se falava contra "essa seita", por toda parte (v. 22).

. As Explicações de Paulo
As palavras de Paulo no versículo 20, "Por esta causa, vos chamei, para vos ver e falar; porque pela esperança de Israel estou com esta cadeia", revelam que o Cristianismo estava intimamente ligado ao judaísmo. O Cristianismo não se constituía uma seita, mas um cumprimento do judaísmo. Os judeus de Roma pensavam que o Cristianismo fosse uma seita do judaísmo. Os líderes judeus então, manifestaram desejo de conhecer mais a respeito dos ensinos do Cristianismo. Em dia marcado, Paulo lhes explicou as escrituras do Antigo Testamento, que se referiam ao Reino de Deus e ao Messias. Certamente ele mostrou como o prometido descendente de Davi, só podia cumprir a promessa quanto a um Messias eterno, pela Sua ressurreição. O resultado foi o mesmo de sempre: alguns creram, outros não. E Paulo, entristecido, disse: "bem falou o Espírito Santo a nossos pais pelo profeta Isaías, dizendo: Vai a este povo, e dize: De ouvido ouvireis, e de maneira nenhuma entendereis; e, vendo, vereis e de maneira nenhuma percebereis. Porquanto o coração deste povo está endurecido, e com os ouvidos ouviram pesadamente, e fecharam os olhos, para que nunca com os olhos, vejam, nem com os ouvidos ouçam, nem do coração entendam, e se convertam e eu os cure. Seja-vos pois notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles a ouvirão" (vv. 25a-28).

Paulo fez a aplicação destas palavras proféticas, inspirado pelo Espírito Santo, por rejeitarem a sua mensagem. Paulo permaneceu dois anos em Roma, ensinando aqueles que vinham a ele.

. Conclusão
Lucas iniciou o Livro de Atos com a questão levantada pelos discípulos, a respeito do estabelecimento do Reino de Deus. Jesus lhes respondeu que não era de sua conta, a preocupação com "tempos ou estações", mas que lhes cabia a tarefa de proclamar o Evangelho. A questão dos discípulos, sobre quando Deus haveria de restaurar o reino de Israel, foi respondida. Já não se limitava a Israel, mas, às pessoas que O aceitavam, qualquer que fosse a nação ou classe social a que pertencessem. O Reino ia sendo estabelecido no poder do Espírito Santo, à medida que os que criam iam testemunhando e proclamando as boas-novas de que, todos que se arrependerem e crerem, nascerão espiritualmente para o Reino de Deus.


Fonte: O Livro de Atos, EETAD.




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